Virtual, real e subjetividade

Virtualizando

O virtual não se opõe ao real, sendo produto de exteriorização de construções mentais em espaços de interação. Neste sentido, pode ser interpretado como uma maneira de ser diferente do possível e do real.

O termo deixa de ser um antônimo de real ao tentarmos definir o que se encaixa ou não nesse termo. Os conceitos de real, verdade, mentira, bom, mau, etc, são subjetivos. Quero dizer, algo pode ser real pra um sujeito e pode não ser para outro (aqui penso na subjetividade e subjetivação). O virtual é algo que não existe na forma física, mas nem por isso deixa de ter a possibilidade de ser real.

É possível pensar, além disso, na ideia de projeção incluída no contexto da virtualidade. Isto é, colocar um determinado viés a cerca de alguma determinada coisa. Quero dizer, o que eu penso sobre um lápis pode ser algo único (meu), e que não deixa de ser real, pelo menos para mim, que acredito que o lápis é o que mentalizei. Ou seja, externalizar algum conceito pode não ser palpável, logo, é virtual. Porém, não quer dizer que não seja real.

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Arquivado em Filosofia, Psicologia

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