O Homem Dos Casos

Nos conhecemos quando servimos juntos, em 73, no segundo regimento João Manoel, em São Borja. Eu entrei e ele já era cabo. Casou-se com a cozinheira, que para lhe ter servia panquecas às escondidas na cantina do quartel. Casou-se mais duas vezes e na terceira se tornou meu compadre. Carreguei-o e enfatiotei-o para a cerimônia. Emociou-me e hoje vive feliz perto da casa de minha infância, morando com seu amuleto em forma de mulher.

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